Exu Morcego
Apresenta-se astralmente sob a forma de um homem forte com uma grande Capa Preta e com um morcego desenhado no peito ou na forma de um grande vampiro. Trabalha com pembas, e com morcegos. Quando ele vem em trabalhos em terreiros para combater demandas ele faz uma forma de dança como se tivesse pegando seus inimigos com suas garras.
Kimbanda
Exu Morcego, Líder da 11ª Falange, subordinado ao Exu Calunga, nervoso, anti-social não é muito de prosa, mas quando faz algum tipo de trabalho como ele mesmo diz "vai buscar voando" e sempre cumpre com o que diz. Deve se ter um cuidado muito especial com este Exu, por ser considerado guardiões de muitos mistérios!!!
É considerado o Exu da morte, cura e vida. Diz-se uma entidade do ar que desceu do céu para decapitar os primeiros homens maias feitos em madeira. Seu assentamento leva ferradura e ouro. Guardião do umbral. Entidade que trás consigo o ritual do esgotamento das paixões terrenas onde o homem sai da roda de samsara e entra na vida, ou seja, em direção a luz, e também a entidade que aprisiona as pessoas apegadas às paixões terrenas e somente sai das cavernas quando realiza as verdades espirituais da vida. Suas oferendas são realizadas em cemitérios e pântanos.
Têm o poder de transmitir ou curar, à distância, qualquer espécie de moléstia. Os trabalhos são efetuados na hora grande, isto é, à meia-noite e, geralmente, na Magia Negra, onde são utilizados animais. Após o sacrifício esses animais estão sujeitos a contraírem, a raiva (hidrofobia), quando a finalidade desses trabalhos é feita com o propósito de enlouquecer algum oponente. A sua apresentação é a de um enorme morcego.
Características
Bebida - vinho, absinto, conhaque
Fuma - charutos, cigarros
Guia - Vermelha e Preta com um morcego
Lugar - matas, cavernas e encruzilhadas,cemitérios e pantanos
Metal - Cobre
Mineral - Quartzo Azul Escuro
Planta - Mamona
Vela - pretas, vermelhas e pretas
Lenda
Em um castelo, inteiramente de pedra, mal cuidado e isolado no meio de uma floresta, típico daqueles pertencentes ao feudo europeu, vivia um homem branco e corpulento, trajando uma surrada roupa, provavelmente antes pertencente a um guarda-roupa fino. Percebia-se o desgaste causado pelo passar do tempo, pois ainda carregava uma grossa e rica corrente de ouro de bom quilate, com um enorme crucifixo do mesmo cobiçado material. Parecia viver na solidão, muito embora no castelo vivessem vários serviçais. Na torre do castelo, as janelas foram fechadas com pedra, e só pequenas frestas foram feitas no alto das paredes. A luz não podia entrar. A torre não tinha paredes internas, formando uma enorme sala, com pesada mesa de madeira tosca, tendo como iluminação dois castiçais de um só vela cada. Ao lado da tênue luz das velas, livros se espalhavam sobre a mesa, mostrando ser aquele homem um estudioso e que algo buscava na literatura. De braços abertos, com um capuz preto cobrindo sua cabeça, emitia estranhos e finos sons, tentando descobrir o segredo da conhecida Sagrada Arte. Pelas frestas da torre, entravam e saiam voando vários morcegos com os quais ele procurava inspiração e força para atingir sua conquista. Por quê? Não sei. A idéia e as razões eram da estranha figura. Parecia um homem de fino trato, transfigurado na fixação de atingir um poder que não lhe pertencia. Seu nome? Também não sei. Só o conheço incorporado nos terreiros como o querido mas temido Exu Morcego.
Ponto Riscado
Apresenta-se astralmente sob a forma de um homem forte com uma grande Capa Preta e com um morcego desenhado no peito ou na forma de um grande vampiro. Trabalha com pembas, e com morcegos. Quando ele vem em trabalhos em terreiros para combater demandas ele faz uma forma de dança como se tivesse pegando seus inimigos com suas garras.
Kimbanda
Exu Morcego, Líder da 11ª Falange, subordinado ao Exu Calunga, nervoso, anti-social não é muito de prosa, mas quando faz algum tipo de trabalho como ele mesmo diz "vai buscar voando" e sempre cumpre com o que diz. Deve se ter um cuidado muito especial com este Exu, por ser considerado guardiões de muitos mistérios!!!
É considerado o Exu da morte, cura e vida. Diz-se uma entidade do ar que desceu do céu para decapitar os primeiros homens maias feitos em madeira. Seu assentamento leva ferradura e ouro. Guardião do umbral. Entidade que trás consigo o ritual do esgotamento das paixões terrenas onde o homem sai da roda de samsara e entra na vida, ou seja, em direção a luz, e também a entidade que aprisiona as pessoas apegadas às paixões terrenas e somente sai das cavernas quando realiza as verdades espirituais da vida. Suas oferendas são realizadas em cemitérios e pântanos.
Têm o poder de transmitir ou curar, à distância, qualquer espécie de moléstia. Os trabalhos são efetuados na hora grande, isto é, à meia-noite e, geralmente, na Magia Negra, onde são utilizados animais. Após o sacrifício esses animais estão sujeitos a contraírem, a raiva (hidrofobia), quando a finalidade desses trabalhos é feita com o propósito de enlouquecer algum oponente. A sua apresentação é a de um enorme morcego.
Características
Bebida - vinho, absinto, conhaque
Fuma - charutos, cigarros
Guia - Vermelha e Preta com um morcego
Lugar - matas, cavernas e encruzilhadas,cemitérios e pantanos
Metal - Cobre
Mineral - Quartzo Azul Escuro
Planta - Mamona
Vela - pretas, vermelhas e pretas
Lenda
Em um castelo, inteiramente de pedra, mal cuidado e isolado no meio de uma floresta, típico daqueles pertencentes ao feudo europeu, vivia um homem branco e corpulento, trajando uma surrada roupa, provavelmente antes pertencente a um guarda-roupa fino. Percebia-se o desgaste causado pelo passar do tempo, pois ainda carregava uma grossa e rica corrente de ouro de bom quilate, com um enorme crucifixo do mesmo cobiçado material. Parecia viver na solidão, muito embora no castelo vivessem vários serviçais. Na torre do castelo, as janelas foram fechadas com pedra, e só pequenas frestas foram feitas no alto das paredes. A luz não podia entrar. A torre não tinha paredes internas, formando uma enorme sala, com pesada mesa de madeira tosca, tendo como iluminação dois castiçais de um só vela cada. Ao lado da tênue luz das velas, livros se espalhavam sobre a mesa, mostrando ser aquele homem um estudioso e que algo buscava na literatura. De braços abertos, com um capuz preto cobrindo sua cabeça, emitia estranhos e finos sons, tentando descobrir o segredo da conhecida Sagrada Arte. Pelas frestas da torre, entravam e saiam voando vários morcegos com os quais ele procurava inspiração e força para atingir sua conquista. Por quê? Não sei. A idéia e as razões eram da estranha figura. Parecia um homem de fino trato, transfigurado na fixação de atingir um poder que não lhe pertencia. Seu nome? Também não sei. Só o conheço incorporado nos terreiros como o querido mas temido Exu Morcego.
Ponto Riscado